quarta-feira, 27 de fevereiro de 2008
segunda-feira, 19 de novembro de 2007
CHUVA (música no final - carregar no título)
Hoje o céu espreguiçou-se
Chove
Chove a sério
Para nós dois
Ontem
Hoje
Agora
O Amor deixou
de ser mistério!
Chove
Chove a sério
Para nós dois
Ontem
Hoje
Agora
O Amor deixou
de ser mistério!
quinta-feira, 1 de novembro de 2007
"O SONHO AINDA COMANDA A VIDA"
Esta é a frase-farol que um amigo meu exibe no seu MSN. Aquele "ainda" aplica-se-lhe na perfeição, pois apesar de estar num período menos bom da sua vida, não desiste de sonhar,mesmo quando os seus olhos perdem a cor-do-mar.
O video que acompanha este post prova que os sonhos são feitos de ar e espuma, de nuvens e de borrasca, de algodão-doce e de vontade de perseguir o sonho até que ele se concretize. Afinal,"o Sonho ainda comanda a vida".
Bem-hajas por existires e por continuares a sonhar, mesmo nos dias mais tristes...!
O video que acompanha este post prova que os sonhos são feitos de ar e espuma, de nuvens e de borrasca, de algodão-doce e de vontade de perseguir o sonho até que ele se concretize. Afinal,"o Sonho ainda comanda a vida".
Bem-hajas por existires e por continuares a sonhar, mesmo nos dias mais tristes...!
sexta-feira, 19 de outubro de 2007
RENASCER
A chuva miudinha que lhe caíra bem dentro da alma, encharcando-a até ao tutano, afastara de vez a borrasca daquele amor que só a fazia infeliz.
Atónita, questionava como tinha sido possível afeiçoar-se daquele modo a quem não a merecia, não a respeitava, não lhe dava valor, desconfiava dela... Mas o facto permanecia: ela não conseguia desligar-se da ideia que tecera dele, daquele Ele que só os seus olhos turvados enxergavam...E contudo via, sabia que aquele não era o seu trilho.
Até que um dia, as palavras certas ditas por alguém incerto, como que por magia, retiraram o véu que a impedia de vê-lo assim, inteiro, sem maquilhagem, sem faz-de-conta. Olhara-o enfim através das palavras esquivas e da fuga constante.Do aproximar arredio do seu corpo feito voz, sonoridade, mas vazio, perdido.Vislumbrava agora um homem com resquícios de meninice nos olhos claros e indefinidos, entre o verde azul acinzentado indeciso, impreciso, fugaz. Como ele: indefinido entre o bem-querer e o não saber o que queria, volátil, nevoento, sempre disponível para o jogo de palavras, o jogo do toca-e-foge, não fosse o diabo tecê-las e ele ficar apanhado.
Se ela sabia que se dera a quem a não queria, agora afastava-se, por livre vontade, de cabeça erguida e sorriso a desabrochar. Finalmente havia esperança.
Lá fora, não sabia onde, haveria um renascer.
Etiquetas:
amor,
chuva,
desabrochar,
renascer
Subscrever:
Mensagens (Atom)